Olá, caro leitor!

Depois de três anos sem jogar ou estudar pôquer, aqui estou eu... persistente! - pero no mucho... (rs)

Muitas coisas aconteceram desde a minha última postagem, mas, em relação ao pôquer, quase nada mudou... para mim. Nos últimos dias, depois de jogar algumas mãos de Zoom e alguns SNG - tudo micro, como sempre -, percebi que o tempo parou; esses três anos que se passaram não passaram em relação às minhas habilidades no pôquer. Na verdade, acredito que até sofri um recuo no meu desenvolvimento. Sinto-me como Cooper - personagem interpretada por Matthew McConaughey em Interestelar - ao voltar para Terra depois de ter sofrido os efeitos da distorção temporal causada por um buraco negro perto do qual se situava um determinado planeta onde ele aterrissou sua nave. Assim como no filme, ao voltar para o pôquer, percebo em tudo, menos em mim, as diferenças que esses três anos provocaram. Se eu pudesse ver agora os rostos dos meus colegas conteporâneos da Intelipoker, estariam provavelmente de cabelos tão brancos como esta folha virtual em que escrevo e com rugas mais profundas que A Fossa das Marianas, no Oceâno Pacífico... contudo, não seriam sinais de velhice, mas marcas indeléveis, paulatinamente gravadas por todas as horas de experiência e conhecimentos que adquiriram.

Mas o que há de se fazer? Ou sigo em frente, treinando, estudando; ou simplesmente desisto. Acho que vou seguir o que ensinou um grande pensador - não sei ao certo quem, porque esta frase já foi atribuída ao Chico Xavier e até ao Slash do Gun's - (rs)... enfim, seja quem for que tenha dito, foi algo mais ou menos assim: "Você não pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas pode começar agora e fazer um novo fim".

Portanto, decidi começar novamente. Espero conseguir produzir um novo final... um pouco mais feliz desta vez.

Cordiais abraços a você que se dispôs a ler essas minhas humildes palavras.

Obrigado!

Marconatus.